Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Vencedores Passatempo «Crónicas de Uma Mortal»

Foi uma escolha dificil, é um facto, depois de alguma valentes cabeçadas entre a equipa, chegámos à conclusão e deixamos aqui as nossas escolhas, sem nenhuma ordem em particular:

 

» Daniela Tavares

 

» Cláudia Sofia Carvalho

 

» Silvia Miguel

 

Parabéns!

 

Enviem e-mails para osimortais@sapo.pt com nome completo e morada e faremos chegar os respetivos três packs com as primeiras três obras de «Os Imortais» de Alyson Nöel.


publicado por Amantes_Imortais às 14:12

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:53
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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

 

 

A vida magoa, as pessoas magoam, os momentos são de plástico e a úncia coisa real com que realmente andas é o coração... Não há mundo perfeito, não há flores e corações, não hão arco-íris em todos os cantos nem tão pouco potes de ouro nos seus térmitos. Acorda então, Daniela!

As desilusões existem, os sorrisos amarelos também (e sem tabaco ou café ou o raio que o parta!), as palavras sem sentido são inúmeras, as ternuras e os guinchos de histeria conjuntos deixam de parte esse "todo" imaginado...

Queria simplesmente ser outra vez criança, queria simplesmente refugiar-me na lama, a fazer bolos na terra. Queria falar sozinha a imaginar a vizinha, a costureira, a aventureira Jones. Queria sorrir sem sentido para um trapo de roupa e vestir-me com ele, sem pensar no amanhã, a imaginar uma passerelle de aplausos à minha volta, quando o que me rodeavam era peluches. E por falar neles, queria prendê-los novamente a mim durante as noites, queria dizer-lhes "Boa Noite" e acarinhá-los como filhos. Queria ter outra vez Nenucos. Porque, ao menos, nessa altura o mundo tinha os arco íris, e as borbuletas, e o cheiro de vida que falta ao mundo semi e mesmo adulto.

Estou farta, basta mesmo, destas ratoeiras das pessoas... ninguém muda, tudo é assim, será assim, vai ser assim. As pessoas são assim. Tudo é intrínseco. O que acontece é que tudo cresce (salvo seja!), e o crescimento, as superfícies que nos amparam são tão sujas por vezes que nos arranham, que nos esmagam a pele, raspam-na, e o sague é brotado... E vermelho, corre esse chão, chão de tristezas, amarguras e desprezos que, tal vírus raivosos, infectam.

Porque não é antes jorrado esse sangue tão rubro pelos fios que nos ligam? Porque não deixamos simplesmente as borbuletas voas, porque falamos e arranhamos a garganta e os corações com as calúnias, porque existem palavras e não só gestos? Sim, aqui a Daniela é burra, e precisa de resposta... Divina, talvez, já que o mundo cá em baixo anda doido e infectado.

Ó, mundo, mundo... muda. Volta a ser criança comigo. Volta a deixar os olhos brilhar pela flor mais bontia, volta a dar as mãos aos amigos, volta a correr à chuva e a saltar nas poças comigo. Dá-me um abraço, e vamos adormecer com um mundo colorido, melhor que este, bem melhor.

 

Autora: Daniela Tavares

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 17:22

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:54
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

 

Estava tudo diferente. Tudo o que eu tomava como garantido, tudo o que eu sentia, tudo o que eu me lembrava… mudou. Não. Estou a mentir. Não foi o mundo que mudou. Fui eu. Se há uns dias atrás me dissessem que isto me ia acontecer, eu teria rido e dito ”Andas a ver demasiados filmes de vampiros!”.

 

Bem, não foi nisso que me tornei… mas no mais parecido possível.

 

Imortal.

 

Sim, ainda posso morrer, se me acertarem no meu chakra mais fraco, por assim dizer. Mas mesmo assim. No mais parecido possível.

 

O que é que tu farias se te tornasses imortal? Davas a volta ao mundo? Conquistavas aquele rapaz? Serias a maior estrela rock do planeta? Lamento desapontar, mas dinheiro, fama e glória não vêm obrigatoriamente no pacote da imortalidade. Tu continuas tu… Mas diferente. Tudo, tudo diferente.

 

Quando ele me disse… depois de tudo… como podia não acreditar? Fazia sentido. Eu fiquei mais alta, mais bonita, consigo saber a vida inteira de uma pessoa com um simples toque, oiço pensamentos das pessoas à minha volta e vejo cores à volta de toda a gente. Talvez não apenas cores, são auras e reflectem o que as pessoas estão a sentir. E, já que estamos a ser específicos, não de toda a gente, eu não vejo a dele. Nem oiço os pensamentos dele. É a única pessoa que consegue silenciar o ruído e as manifestações de energia que invadem a minha cabeça.
Imortal.

 

Noutra vida eu teria achado isso espectacular. Agora nesta… muito sinceramente, já estive mais longe de dar em louca. Não que isso fosse muito bom, “eternidade” e “loucura” nunca soou muito bem junto.
Mas ele tornou tudo mais… tolerável. Mais do que isso, tornou tudo melhor, mesmo sem mudar nada ao mesmo tempo. Eu confio mais nele do que devia. Conheço-o há tão pouco tempo mas ao mesmo tempo… O que dizem de vidas passadas, caminhos cruzados, de destino… É mesmo verdade. Com tudo isto, só posso acreditar. Ele fez-me acreditar.
Imortal.

 

Pensava que estava perdida. Pensava que não tinha futuro. Depois do acidente, só queria desaparecer. “Porque fiquei eu?”, “Porque não posso estar com eles?”, “O que se passa comigo?”… Claro que não ajudava nada o processo de aceitação a minha irmã mais nova (e… morta) aparecer para falar. Mas eu não queria aceitar. Não, não havia nada a aceitar. Ela ainda está comigo, certo?
Não estava, não totalmente. Os pais já tinham passado a ponte e era uma questão de tempo até que ela me abandonasse também. Eu estava errada, como sempre. Ela não podia ficar. Eu não estava perdida, eu encontrava-me no plano dos vivos, aqui mesmo. E eu tinha futuro. Mais do que isso, eu tinha toda uma eternidade. Ao lado dele. Ao lado do ser perfeito que ele é.
Imortal.

 

Como em tudo, teria de ter amigos, inimigos, pessoas que até eram minhas amigas mas que depois… Ah, parece que nunca tenho sossego! Preocupação atrás de preocupação, erro atrás de erro, armadilhas atrás de armadilhas. Nem a magia mostrou ser um caminho viável, e eu que o diga: ainda estou a pagar por isso. Porque é que o mesmo destino que nos juntou também quis pôr tanta pedra no nosso caminho? Juro, com tanta pedra e deste tamanho eu podia mandar construir um castelo.
Eu podia construí-lo, sabem? Não neste plano, não se eu não quisesse ficar no manicómio ou sujeita a testes como um rato de laboratório para o resto da eternidade, mas num lugar especial. Uma misteriosa dimensão à qual agora tenho acesso por ter mudado. Por ser… assim.
Imortal.

 

Summerland: para muitos, o chamado “limbo” ou mesmo “entre mundos”. O lugar onde tudo o que desejas pode ser criado apenas através do pensamento e onde nada te pode magoar. O lugar de convívio de almas que ainda não atravessaram a ponte. O sítio mágico cheio de sabedoria e fascinante que ele me apresentou. Que não seria tão fantástico se não fosse ele a explicar-me como é. Que não encanta se ele estiver noutro lugar.

 

Tudo gira à volta dele. É sempre ele. Foi ele que mudou a minha vida. É ele que eu sempre amei, mesmo sem saber. Mesmo antes de nascer. Será ele que fará o meu mundo um lugar melhor. Para sempre.
Imortalidade nunca soou melhor. O que fiz eu para o merecer? Ele é perfeito. Demasiado perfeito. Ele diz que também me ama e eu adoro ouvi-lo dizer, mas parece-me sempre bom demais para ser verdade. Talvez todo este atrito que surge sempre entre nós como… eu não sei, como alguém tentar destruir-nos volta e meia seja o que me traz à Terra. Mesmo sem o poder tocar, eu sinto-o. Isto só me faz acreditar que é verdade. Eu amo-o e ele ama-me.

 

Vamos superar tudo. Tudo vai valer a pena por ficarmos eternamente juntos, como antes não pudemos ficar, finalmente. Porque ele é assim… especial. Encantador e exótico. Simplesmente ele. Meu. Damen.

 

Autora: Diana Albuquerque

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 22:39

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:54
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A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

«Porque Nem Tudo Tem Fim»

 

 

 

Aquando do meu nascimento, nomearam-me Ester. Poucos sabem que existiu, um dia, uma rainha com o mesmo nome. Por vezes, essa ligação impinge-me a questionar se terei parecências com ela - a rainha, digo. Na medida em que sou uma simples adolescente com gostos extravangantes, que nem sabe governar a própria cadela, creio que é pouco provável que estas existam. No entanto, algumas dúvidas permanecem...

 

Na série Imortal, Ever Bloom é uma rainha com um objectivo distinto. Não tem de salvar vidas nem de impedir catástrofes mundiais, mas sim aceitar um amor imortal: Damen Auguste, tão belo e estranho como o seu nome.

 

O amor encontrado nestes livros, em forma de uma encarnada flor, leva-nos a pensar se existirá, neste inacreditável mundo, algo assim, tão encantador.

 

Aprendi que só se vive, imaginando e sonhando. E é isto que esta série transmite, de uma maneira tão apaixonada.

 

O amor verdadeiro, é imortal.

 

Autora: Ester Almeida

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 20:27

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:54
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A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

«Há Momentos Simplesmente Mágicos»

 

 

Cada livro traz consigo uma ou várias histórias e a capacidade de nos transportar para dentro do seu mundo, de nos reconhecermos em certas personagens, de criarmos empatia ou até de antipatizarmos com elas. Ao longo das páginas de “Eternidade”, o primeiro livro da série “Os Imortais”, encontrei não só uma belíssima história como uma personagem que me fez lembrar a minha adolescência. Riley Bloom, a irmã da Ever, mesmo depois de falecer, visitava frequentemente a irmã, e não tinha qualquer problema em contar que tinha estado a espiar os antigos amigos e as celebridades.

 

Não é que o termo “espiar” seja o mais adequado para este caso. O facto é que desde muito nova sempre adorei música e concertos e depois do primeiro a que assisti não quis outra coisa. Sempre que havia um concerto ou espectáculo interessante, lá ia eu. Coleccionei fotos e merchandising, na expectativa de imortalizar momentos. Fui como tantas outras jovens, com as paredes do quarto forradas de posters e de sonhos. Fui uma espécie de fantasma omnipresente, mera observadora no meio de rostos desconhecidos mas familiares que vibravam nos concertos e afins e, tal como a nossa Riley, lidava com o facto com bastante naturalidade. Junto a mim, centenas de jovens (mais que não fosse de espírito), criavam laços seguindo os mesmos rituais.

 

Há momentos simplesmente mágicos, aqueles em que nos transportamos para outros mundos e esquecemos tudo o que está à nossa volta. Basta-nos imaginar o brilho nos olhos da nossa Ever quando o encantador Damen se aproxima, silenciando todos os barulhos e manifestações que habitam a sua cabeça. É semelhante ao sentimento de partilha e de alegria que os concertos transmitem. É tão bom poder-se desfrutar assim da adolescência, canalizar desta forma sentimentos e frustrações! Ainda hoje acho saudável e devo dizer-vos que foram, acima de tudo, tempos muito divertidos!

 

Certo é que um dia, não me recordo bem quando, atravessei o portal… para a vida adulta. Agora prefiro um bom livro, que me faça conhecer outros mundos e personagens sem sair de casa. Mas confesso que não deixei de vibrar com as celebridades e acima de tudo com os sons e as palavras. Faço-me acompanhar por um misto de pura curiosidade, comum à condição humana. Quantos de nós não usam as redes sociais para ver o que se passa com os amigos ou com as celebridades? Acho que, no fundo, todos queremos saber um pouco mais das vidas que nos rodeiam, conhecer novos mundos ou viver novos sonhos através de quem chegou mais longe. E eu, mera humana, amo a magia dos sons e das palavras, o êxtase do público em plena comunhão e, como vocês bem sabem, “o verdadeiro amor nunca morre…”!

 

Autora: Célia Amador

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 01:47

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:54
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Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2011

A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

 

 

A respiração começava a faltar-me enquanto todo o corpo me doía. Sentia-me fraca sem motivos para continuar a lutar para me soltar de toda aquela dor. Cada segundo que passava parecia uma eternidade. Sabia que não faltava muito para que a minha vida acabasse, assim, fechei os olhos.

 

Quando os abri estava no meio de uma floresta. Seria assim a vida depois da morte? O que me causara toda aquela dor que tinha tido antes de morrer? Eram muitas perguntas na minha cabeça e todas elas sem resposta possível. Comecei a correr por entre toda a plantação que se encontrava no meu caminho. A velocidade com que estava a correr parecia superior à que havia antes corrido. Estava muito assustada o que me fez cair de joelhos no meio de toda aquela vegetação. A minha garganta parecia estar a queimar-se e sentia todo o meu corpo com uma temperatura muito baixa, o que não era normal visto que estava imenso calor.

 

Decidi erguer a cabeça e continuar a correr apesar da sede insuportável. Até que veio a meu encontro um ser deslumbrante, com uma beleza nunca antes vista. Reparou que eu me sentia assustada e com um deslumbrante sorriso disse:

 

- Vem comigo! Não tens que ficar assustada... Agora és imortal.

 

Cedi e segui-o apesar de continuar muito confusa.

 

Autora: Bárbara Pereira

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 19:30

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:55
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

«Encontrar o Amor Durante a Dor»

 

 

 

Sabem a sensação de Deja vú que nos engole de uma forma tão ridiculamente real que nos sufoca a alma?! Foi o que senti, quando me vi presa no mundo que Alyson Noël criou, aquele mundo em que, pelo ponto de vista de Ever, ela nos conta a sua dor, aquela dor, que para mim me é tão familiar.

 

Senti, de uma forma completamente involuntária, as lágrimas caírem-me dos olhos quando, depois de alguns capítulos do primeiro livro, parei para absorver a história. Fechei os olhos e voltei lá, voltei três anos no meu passado, e como se de uma terceira pessoa me tratasse me vi ali, envolta de braços fortes que me sustentavam, que sustentavam o meu peso, enquanto eu me desfazia em lágrimas e dor.

Perder quem amamos mata-nos, faz-nos deixar de ter vontade de viver, mas quando vemos que ainda nos encontramos presos a vida, começam a vir-nos perguntas a cabeça, porquê eu? Porquê assim? Porquê agora? Perguntas das quais nunca obtemos respostas concretas, mas que para sempre nos vão povoar os sonhos e os pesadelos.

 

Desligada do mundo, das pessoas e da vontade de viver, arrastava os meus pés para a escola todos os dias, ao contrario de Ever, todos os dias colocava a minha mascara, fingindo assim, ser uma pessoa que não era, sorria e vivia algo que, dentro de mim, não existia, e foi assim, que tal como ela, encontrei aquele que me deu vontade de viver.

 

Depois de tanto tempo, simplesmente a espera que a morte passasse por mim, vi nele a luz no final do túnel, ele era a minha luz, ele era a minha vontade de renascer. Mas o que simplesmente acontece quando chega o dia em que te deparas com uma escolha? Em que tens de escolher, se é realmente isso que queres? Se realmente o amor pelo qual estás a lutar, o amor que te fez voltar a vida, vale a pena. Eu só tinha que dizer que sim, eu só tinha que lutar pelo amor, eu só tinha que dizer que não queria que acabasse, que SIM, eu queria fazer com que desse certo.

Ele deu-me uma chanse de dizer que iria lutar ao lado dele, que iria fazer tudo para dar certo, mas eu não o fiz. Eu fiz aquilo que sempre faço, fugi, fugi dele e fugi de mim. Foi quando li que Ever fez a escolha contraria a minha, que senti inveja, senti inveja do facto dela não ser fraca como eu, ela escolher o amor, enquanto eu escolhi continuar este caminho sozinha.

 

É por isto que me faço a pergunta, porque é que nós, comuns mortais, não podemos ser como as nossas personagens preferidas? Porque não podemos ter a força que elas têm? Porque por mais que saibamos o que devemos fazer, sempre escolhemos o caminho mais errado? Porque acabamos sempre a fazer as mesmas escolhas?

 

Fecho o livro e sorriu, pelo menos enquanto leio, volto ao passado, volto ao meu lugar preferido, e mais uma vez, sou feliz!

 

Autora: Sílvia Miguel

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel

 


publicado por Amantes_Imortais às 23:14

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:56
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A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

«Um amanhã vazio sem fim»

 

 

 

 

Se já é duro ser eu, então ser eu a duplicar, triplicar, quadruplicar (e nunca mais acabava) é ainda pior!

 

Estou preso num mundo, sem encontrar poção nem razão para me libertar! Estou sozinho, abandonado, sem família ou amigos. Sim, nem amigos! Para quê fazer um amigo, se daqui a umas horas morre? “Umas horas?” – perguntam vocês. Sim! Umas horas! Já vivi muito tempo, (não me perguntem quanto, pois cheguei a uma altura que me fartei de contar), e isto nunca muda! O mundo é sempre igual! Guerra, crise, guerra, crise, guerra, e mais uma crise! Já ninguém dá valor à família, o dinheiro está sempre em primeiro lugar! Ai se eu pudesse voltar atrás… Mudava tanta coisa! Se pudesse ter uma família com quem contar, amigos para falar, namorada para me aconchegar… Vocês hoje têm tudo! E não dão conta de nada!

 

Agarram-se à internet em vez de aproveitarem todos os milimétricos momentos, enviam sms’s como quem pisca os olhos, e nem sequer se dão conta dos erros que cometem. Trocam as pessoas por bens, objectos! E um dia, como é? Deitas-te na maca de um hospital a fazer o quê? Ver televisão? Mandar sms’s? Teclar no computador? E os amigos? Onde é que eles estão quando tu mais precisas?! A cometer o mesmo erro que estás a cometer! Agarrados aos vícios em vez de apoiarem os amigos (amigos, que é como quem diz, porque se isso são amigos… deus me acuda!).

 

Se eu pudesse ter agora uma família, alguém com quem contar, abraçar, falar… O meu mundo era muito mais feliz. Agora… estou aqui preso! Preso na imortalidade! Preso no que o destino quis para mim! Preso a mim! Preso a um vazio profundo! Preso na solidão…

E vocês?! Presos na internet?!

 

Dêem mais importância aos amigos, à família… Eles são… o mundo! Um mundo, que está na palma das vossas mãos!

 

Autor: Stéphane Duarte

 

Inspirado na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 12:36

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:56
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

A Concurso «Crónicas de Uma Mortal»

«Às vezes é assim»

 

 

 

Ter problemas é um problema. Uns são mais graves que outros. Outros nem tanto. Mas quando a gravidade é colossal ao ponto de tirar a vontade de viver o remédio tem que se encontrar rapidamente. E por muito difícil que seja encontrar a solução ideal é crucial que se o faça, procurando apoio onde quer que ele esteja, desde que o mesmo faça avançar e tornar mais real a sobrevivência. Porque não há razão que justifique a partida de alguém deste mundo. Nem guerras, nem pobreza, nem mesmo a incredibilidade do amor.

 

Todos somos humanos e sabemos o que tais problemas significam, mas por vezes não porque surgem. Há muitos anos conheci uma pessoa que, tal como eu, tinha sonhos, ambições e virtudes no seu âmago. Vi-a crescer e ela viu-me a mim, também. A maturidade da sua sanidade cresceu, trazendo-lhe algo que ninguém compreendia. A necessidade do suicídio. O porquê jamais se soube, apenas se conhecia a força e a persistência desse desejo, que aumentava e aumentava dia após dia. No seio de uma família feliz, rodeada de bons amigos de longa data, essa pessoa, tal como Ever, sentia-se a anormalidade perfeita quando devia sentir-se honrada da sua vida.

 

E algum tempo passou. Pouco, não obstante suficiente para mudar completamente as suas ideias. A ela devolveu-lhe a felicidade, e como amigo, fiquei igualmente feliz por ver que a sua antiga intenção tinha desaparecido completamente. Pelo contrário, foi esse mesmo momento que me traiu amargamente. O que a tornou afortunada a mim deu-me desalento. O que ela tinha vivido experienciava eu num começo tortuoso. E saber que a solução não residia nem perto nem longe trouxe-me um desespero infindável. Deixei de ter alma. O meu corpo vagueava pelas ruas como um fantoche controlado pela maldade. O calor não me confortava nem o frio me arrepiava. Alistava-me ao exército da tenebrosidade voluntariamente, e só as lágrimas aliviavam a mágoa que insistia em permanecer dentro de mim. O que ela permanentemente sentia tinha passado para o meu ser.

 

Consegui finalmente perceber aquilo que a estava a assolar. Percebi o que Alyson Noël tentava transmitir com as situações vividas por Ever. A sua história deu-me a entender que a vida tem desilusões, coisas más às quais é impossível escapar. Nem a “Eternidade” pode curar certas dores, apenas arrastá-las indefinidamente e tornando-as menos nítidas, o que é parcialmente bom. Mesmo assim, não temos o dom de Ever. Caso o tivéssemos, uma eternidade não chegaria para apagar o sofrimento. Nem duas, nem sequer três. O tempo que nos é dado é bastante mais curto, e não deve ser passado, por isso mesmo, a pensar em dolências e argumentos que sustentam a melancolia.

 

Damen era o suporte de Ever, o meu ainda não apareceu. Enquanto nada acontece, vou tentar abrigar uma pontinha de alegria e recomeçar de novo. Às vezes é assim. Não nos-é possível escolher o nosso destino ou aquilo que queremos. Tal facto pode trazer-nos coisas negativas, mas também positivas e abrir os nossos olhos à realidade da existência. Eu sei, tenho a certeza, que há coisas pelas quais vale a pena viver, e Ever também o sabia, decerto, uma vez que nunca desistiu de si mesma. Confio nela, ou na minha esperança.

 

Autora: Cláudia Sofia Carvalho

 

Inspirada na Saga «Os Imortais» de Alyson Nöel


publicado por Amantes_Imortais às 16:23

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:56
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Passatempo Oficialmente Encerrado!

 

 

 

 

Terminado que está o Passatempo «Crónicas de uma Mortal», vamos divulgando durante os próximos dias as diversas participações para mais tarde anunciarmos os vencedores dos 3 magníficos Packs com as 3 primeiras obras da Saga da Alyson Nöel, e pode ser que com sorte, ainda consigamos um prémio de consolação para os restantes participantes. Não é uma promessa, é apenas algo para o qual estamos a trabalhar. Pois como diz a Stéphane (que nos visita com bastante frequencia) enquanto esperamos pela Segunda-feira, dia em que efetivamente «Terra Sombria» vê a luz do dia em português de Portugal, vamos-nos entretento com as divagações criativas dos nossas cibernautas.


publicado por Amantes_Imortais às 12:10

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:56
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

TIC TAC...Passatempo...AINDA ESTÁS A TEMPO!

 

Inauguramos este blog com um ciclo de Passatempos que muito nos orgulha!Há neste blog uma rúbrica a que chamamos «Crónica de Uma Mortal». Um texto livre, expressivo em que o autor pode incluir muitas das suas vivências, experiências e misturá-las com as personagens da saga de Alyson Nöel. Não há limite de caracteres ou criativo, apenas queremos que seja um artigo bem articulado e que respeite as regras da língua portuguesa. Este é o desafio que te lançamos. Temos para oferecer três packs com os três primeiros livros da Saga «Os Imortais»: «Eternidade», «Lua Azul» e «Terra Sombria» às crónicas que causem mais ímpacto. E claro, serão publicadas juntamente com as restantes e, se assim entenderem, os vencedores poderão ser formalmente convidados para fazer parte da equipa d'os Imortais como Cronistas ou para outras funções com as quais se sintam mais identificados. Aguardamos ansiosamente as vossas crónicas para -  osimortais@sapo.pt - prazo limite 25 de Janeiro, dia do lançamento de «Terra Sombria», o terceiro capítulo da série «Os Imortais» já na língua de Camões.


publicado por Amantes_Imortais às 00:06

editado por Daniela ♥ em 01/02/2012 às 16:57
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